11/06/2026 – A discriminação contra mulheres que se tornam mães ainda é uma realidade no mercado de trabalho, mesmo com as garantias previstas em lei. Entre 2020 e 2025, mais de 380 mil mulheres foram demitidas até dois anos após o fim da licença-maternidade.
Foi o caso da Crisnaya Queiroz, que, nesta reportagem, relata o impacto emocional e financeiro de ter sido desligada quando mais precisava de suporte. Os prejuízos alcançaram a família e o desenvolvimento na carreira.
Entre a urgência de cuidar dos filhos e o medo do desemprego, as mães brasileiras seguem lutando para trilhar duas jornadas que deveriam estar juntas: o trabalho e a maternidade.
Fonte TST
