Direitos do Cidadão
21 de Janeiro de 2026 às 15h39
Janeiro Branco: MPF lança página com contatos de serviços de atendimento psicológico e assistencial gratuitos ou de baixo custo no Pará
Iniciativa compila contatos de clínicas, grupos de apoio e centros de referência

Arte: Comunicação/MPF, sobre foto de Canva
O Ministério Público Federal (MPF) lançou, nesta quarta-feira (21), uma página na internet dedicada a compilar informações sobre serviços de atendimento psicológico e assistencial oferecidos gratuitamente ou a baixo custo no Pará. O lançamento ocorre durante a campanha Janeiro Branco, um movimento social e cultural que nasceu em 2014 no Brasil e hoje mobiliza pessoas no mundo todo em torno da saúde mental.
O objetivo da página é auxiliar indivíduos e grupos sociais que estejam à procura de acolhimento psicológico e suporte emocional. A iniciativa é da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) no Pará, órgão do MPF para a defesa dos direitos humanos no estado. O trabalho foi feito pela PRDC em parceria com a Comissão de Saúde Mental e a Assessoria de Comunicação da instituição no estado.
Para o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Sadi Machado, facilitar o acesso a esses dados é uma forma de garantir que o direito à saúde chegue a quem mais precisa. “A informação é o primeiro passo para a efetivação da cidadania. Ao reunir e organizar esses contatos, o MPF busca reduzir a distância entre a população e a rede de proteção, transformando a conscientização do Janeiro Branco em uma ferramenta prática de acolhimento e cuidado”, destaca o procurador da República.
Entre os serviços listados na plataforma, estão contatos de Centros de Atenção Psicossocial (CAPs), Centros de Referência de Assistência Social (Creas), clínicas-escola, grupos de apoio e espaços de acolhimento, além de plantões e serviços especializados ou voltados para populações específicas.
Modalidades de atendimento – O levantamento contempla serviços que oferecem tanto atendimento presencial quanto on-line. A diversidade de formatos busca atender a diferentes necessidades: enquanto a modalidade presencial favorece o contato direto e o fortalecimento de vínculos, a opção remota é essencial para democratizar o acesso, superando barreiras geográficas para quem reside no interior ou possui dificuldades de locomoção.
Informações úteis para toda a sociedade – A proposta surgiu durante uma reunião realizada em 2025, na sede do MPF em Belém (PA). O encontro debateu demandas da comunidade LGBTQIAPN+ relacionadas ao projeto Casulo — serviço público estadual para atendimento ambulatorial e hospitalar de pessoas transexuais no Pará — e à saúde trans no estado, com foco em melhorias no atendimento e na implementação de políticas de saúde. Participaram da discussão representantes do MPF, pessoas usuárias do Projeto Casulo e coletivos LGBTQIAPN+.
Apesar de a proposta ter nascido nesse debate específico, é importante ressaltar que as informações disponibilizadas na página são úteis para toda a sociedade, não se restringindo ao público LGBTQIAPN+.
Contribuições – A iniciativa aceita colaborações para manter os dados atualizados. Sugestões de inclusões ou atualizações das informações disponíveis na página podem ser encaminhadas para o e-mail: prpa-ascom@mpf.mp.br .
Ministério Público Federal no Pará
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Fonte MPF


