TRT-MG discute organização estrutural com OAB e ministro do TST

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As audiências foram pleiteadas pelas subseções da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Viçosa, Araxá e Monte Azul e as partes chegaram a acordos em todos os casos.

Fotografia de uma mesa de reunião com algumas pessoas discutindo sobre organização estrutural.

Fotografia de uma mesa de reunião com algumas pessoas discutindo sobre organização estrutural.

27/3/2025 – Nesta quinta-feira (27/3), a presidente do TRT-MG, desembargadora Denise Alves Horta, recebeu autoridades no gabinete da presidência para debater os pedidos de providência instaurados na Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho acerca da organização estrutural do Regional mineiro. As audiências foram pleiteadas pelas subseções da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Viçosa, Araxá e Monte Azul e as partes chegaram a acordos em todos os casos.

Para a presidente, o balanço do dia foi positivo. “Mais uma vez, o TRT da 3ª Região consegue solucionar pacificamente conflitos significativos que envolvem os interesses do Tribunal, de advogados e jurisdicionados. Assim, colocamos um fim pacífico a todas essas questões e demandas”, celebrou. O ministro do TST, Antônio Fabrício de Matos Gonçalves, designado pelo Corregedor Geral do TST, participou das reuniões, assim como o corregedor do TRT-MG, desembargador Manoel Barbosa da Silva; o juiz auxiliar da presidência, Renato de Paula Amado; e a presidente da Associação Mineira dos Advogados Trabalhistas (Amat), Cássia Marize Hatem Guimarães.

Viçosa

Um acordo firmado possibilitará em breve que a cidade de Viçosa, na Zona da Mata, volte a realizar audiências trabalhistas presenciais. A audiência solicitada pela 91ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil tratou sobre a necessidade de criação de uma Vara do Trabalho na cidade ou mesmo da reativação do Posto Avançado, extinto em 2020. Desde então, todas as ações trabalhistas de Viçosa e de municípios do entorno foram encampadas pela Vara do Trabalho (VT) de Ponte Nova.

Durante a reunião, representantes do judiciário de Viçosa ponderaram que a desativação do Posto Avançado tem dificultado o acesso de cidadãos à Justiça do Trabalho na região. Em contrapartida, números apresentados pelo corregedor do TRT, Manoel Barbosa da Silva, mostraram que a demanda de ações trabalhistas em Viçosa e municípios próximos não justificaria a instalação de uma Vara do Trabalho nem mesmo de um Posto Avançado, esbarrando em dificuldades orçamentárias e de pessoal. Diante do impasse, a presidente do Tribunal propôs que seja efetivada a realização de audiências itinerantes na cidade, medida que foi acatada por todos. Na ocasião, ficou estabelecido o prazo de 90 dias para a implantação de um espaço adequado à realização das audiências e julgamentos; a designação de um magistrado; e a disponibilização de um servidor para atender à demanda do público e para operar o Posto de Inclusão Digital (PID) já existente no município.

Araxá

Por unanimidade, decidiu-se pela manutenção do município de Perdizes sob a jurisdição da Vara do Trabalho de Araxá, contrapondo-se à pretensão de transferi-la para o município de Patrocínio. A audiência foi solicitada pela 33ª Subseção da OAB-MG, que pleiteava ainda a criação de uma segunda VT em Araxá.

A presidente do Tribunal entendeu que não seria conveniente que a VT de Patrocínio absorvesse os processos de Perdizes por questões de logística, principalmente, para advogados e jurisdicionados. No entanto, a magistrada admitiu que, pelo volume de processos recebidos pela Vara de Araxá, seria importante a implementação de uma segunda Vara, considerando, inclusive, a instalação de mais uma mineradora na cidade. Denise Horta ainda esclareceu que, para isso, essa despesa deve entrar no orçamento até o dia 31/7/2025, tendo em vista a necessidade de aprovação do orçamento para o ano seguinte.

Monte Azul

Solicitada pela 189ª Subseção da OAB-MG, a terceira audiência da pauta decidiu, também por unanimidade, pela manutenção do município de Jaíba sob a jurisdição da Vara do Trabalho de Monte Azul. A proposta que se discutia era a transferência para a Vara do Trabalho de Januária.

O ministro Fabrício Gonçalves manifestou-se apontando elementos geográficos, sociais e comerciais que entendeu relevantes para decisão a ser tomada, como consta na ata de audiência. “Jaíba está situada à margem direita do Rio São Francisco, assim como Monte Azul, mas Januária está localizada na margem esquerda do rio. Portanto, o deslocamento das partes, de advogados e de testemunhas de Jaíba para Januária, necessariamente, envolve a travessia do rio São Francisco, que é feita na região unicamente por balsas, com grande perda de tempo, além dos riscos e de custos decorrentes de tal situação”. Na ocasião, o magistrado ainda ressaltou o acolhimento da comunidade de Monte Azul com a Vara do Trabalho.

 

Fonte: TRT da 3ª Região
 

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Fonte CSTJ