2/2/2026 – O corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro José Roberto Pimenta, encerrou, na última sexta-feira (30), a correição ordinária no Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (ES). Na sessão de encerramento, o ministro apresentou propostas, recomendações, determinações e conclusões resultantes dos trabalhos desenvolvidos durante a semana passada.
Segundo o corregedor-geral, a correição é o ponto alto de um processo contínuo de acompanhamento, orientação, verificação e diálogo institucional, que se desenvolve ao longo de todo o mandato da Corregedoria e se materializa na consolidação de um diagnóstico técnico da situação jurisdicional e administrativa do tribunal.
Destaques
Entre os destaques apresentados na ata da correição, o ministro evidenciou os indicadores positivos de desempenho da magistratura de segundo grau, que demonstram o compromisso com a celeridade processual.
O corregedor-geral também elogiou o trabalho do Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Cejusc) do TRT-17. Após visita institucional à unidade, o ministro relatou ter participado de uma reunião com mais de 20 advogados, representantes de partes, sindicatos e empresas, que foram unânimes em destacar a importância de encaminhar os casos ao Cejusc.
Freire Pimenta ressaltou iniciativas como a Sala Permanente da Conciliação para Grandes Execuções, o Projeto ConciliAR e a atuação do oficial de Justiça parceiro, destacando o potencial dessas medidas para ampliar a efetividade das execuções trabalhistas.
O ministro também mencionou o trabalho da Escola Judicial, que, segundo ele, “merece ser preservada e fortalecida”, por exercer papel essencial na formação inicial e continuada da magistratura e do quadro funcional, para contribuir diretamente com a qualidade da prestação jurisdicional.
Outro reconhecimento foi direcionado à Coordenadoria de Precatórios (Coprec). Segundo o corregedor-geral, a situação da unidade foi classificada como muito positiva, sem registro de inadimplência de entes públicos no período analisado.
Por fim, o ministro da JT citou boas práticas institucionais do TRT-17, afirmando que elas revelam um tribunal que vai além da atividade jurisdicional formal e atua na promoção de direitos humanos e justiça social. Entre as ações mencionadas estão o projeto Feira Livre de Trabalho Infantil, a política de doação de equipamentos de informática e mobiliário a município e a exposição fotográfica Rostos da Escravidão Contemporânea.
(Secom/TST, com informações e foto do TRT-17)
Fonte TST