Semana da Conciliação ultrapassou R$ 9 milhões no TRT da 24ª Região (MS)

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Mais de R$ 9 milhões foram arrecadados no primeiro e no segundo graus em 410 acordos durante a 5ª Semana Nacional da Conciliação em Mato Grosso do Sul, realizada de 27 a 31 de maio. Com o slogan “Menos Conflitos. Mais Soluções: com a conciliação o saldo é sempre positivo”,  foram realizadas 926 audiências em todo o estado, com um índice de 44% de acordos. Foram 2.034 pessoas atendidas ao longo dos cinco dias. No país, mais de R$ 1 bilhão foi movimentado e mais de 25 mil audiências trabalhistas foram realizadas.

O vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, ministro Renato de Lacerda Paiva, afirmou, na cerimônia de encerramento, realizada no Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região (SE), que a Justiça do Trabalho se uniu em prol da iniciativa, cujo objetivo é proporcionar maior celeridade no encerramento de conflitos trabalhistas por meio da solução amigável e passar à sociedade a ideia de que o diálogo e a boa vontade devem estar sempre presentes.

Segundo o ministro, os recursos movimentados trarão benefícios não apenas para os trabalhadores, mas também para a economia do país. “Os números preliminares demonstram uma arrecadação bem elevada. Esse dinheiro vai para o bolso do trabalhador e, naturalmente, alavancará a economia local”, assinalou.

Para o presidente do TRT, Nicanor de Araújo Lima, a conciliação é a marca fundamental da Justiça do Trabalho. Diariamente, os juízes do trabalho e os conciliadores negociam e fazem acordos, resolvendo conflitos sociais entre capital e trabalho. “É uma iniciativa que está se estendendo por todos os tribunais do país, fazer aquilo que nós sabemos fazer: conciliar. Isso faz parte da nossa essência,” explicou.

 No ano passado, a 4ª Semana Nacional de Conciliação Trabalhista arrecadou R$ 8.530.987,80 que foram pagos aos trabalhadores de Mato Grosso do Sul. A Justiça do Trabalho realizou 962 audiências, no Estado, com uma taxa de acordos de 35%.

Fonte: TRT da 24ª Região (MS)

CSTJ

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