Parceria entre Justiça Eleitoral e agências de checagem de fatos evitou disseminação de notícias falsas no 2º turno das eleições

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Parceria entre Justiça Eleitoral e agências de checagem de fatos evitou disseminação de notícias falsas no 2º turno das eleições

Banner Esclarecimentos sobre as informações falsas

Trabalho conjunto inédito detectou conteúdos suspeitos nas redes sociais e permitiu esclarecimento de eleitores

Uma parceria inédita do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com agências de checagem de fatos (fact-cheking) evitou a disseminação de um conjunto expressivo de notícias falsas no último fim semana, véspera e dia da realização do segundo turno das eleições. Em artigo divulgado nesta segunda-feira, Cristina Tardáguila, diretora da Agência Lupa, informa que a parceria resultou na detecção de 50 conteúdos suspeitos nas redes sociais.

O trabalho coordenado permitiu a checagem dos conteúdos que, após a apuração realizada, foram classificados como falsos. As informações verdadeiras foram divulgadas nas redes pelas plataformas, por veículos parceiros e pelos órgãos da Justiça Eleitoral, entre eles o TSE, como contramedida para esclarecimento dos eleitores usuários das redes.

Para Cristina Tardáguila, os resultados da parceria surpreenderam. Segundo ela, os 50 conteúdos detectados em 48 horas de trabalho representaram uma média de mais de uma mentira por hora durante o fim de semana eleitoral. “O que mostra a dimensão do combate travado”, destaca a diretora em seu artigo.

A iniciativa coordenada iniciou-se logo após o primeiro turno das eleições, período que ficou marcado pelo grande número de notícias falsas, as chamadas fake news, disseminadas por diferentes meios, principalmente pelas redes sociais e por serviços de envio e troca de mensagens, a exemplo do WhatsApp.

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TSE

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