Eleições 2018: MP Eleitoral no RS acompanha e fiscaliza o pleito

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Eleitoral
7 de Outubro de 2018 às 17h52

Eleições 2018: MP Eleitoral no RS acompanha e fiscaliza o pleito

Foram visitadas seções localizadas no Presídio Central e em unidades da Fundação de Atendimento Sócio-educativo (Fase), assim como a votação paralela, na PUCRS

Seis pessoas aparecem na imagem. A sala é clara e depois integrantes da mesa da seção eleitoral estão à esquerda. Do centro para a direita, estão os membros do MP eleitoral. Ao fundo, à direita da imagem, encoberto pelo procurador Venzon e pela própria proteção da urna, um detento vota.


Visita à seção de votação no Presído Central. Zilio (de gravata vermelha), Weber, Falcetta e Venzon conversam com servidores. Fotos: Ascom PRR4

Neste domingo, 7 de outubro, enquanto eleitores escolhiam presidente, governador, senadores e deputados estaduais e federais, membros do Ministério Público Eleitoral no Rio Grande do Sul passaram o dia percorrendo a cidade para acompanhar momentos importantes do pleito.

Pela manhã, o procurador regional eleitoral, Luiz Carlos Weber, o procurador regional eleitoral substituto, Fábio Nesi Venzon, e o coordenador do gabinete de assessoramento eleitoral do Ministério Público do RS (MP/RS), Rodrigo López Zilio, visitaram as seções de votação localizadas no Presídio Central de Porto Alegre. Dos cerca de 4,8 mil apenados, 173 (detentos provisórios) estavam aptos a votar – a promotora eleitoral Lucilene Falcetta também acompanhou a inspeção. Depois, foram fiscalizadas duas das quatro zonas eleitorais distribuídas em unidades da Fundação de Atendimento Sócio-educativo do Rio Grande do Sul (Fase), uma na Vila Cruzeiro e outra na Avenida Padre Cacique. Ainda no final da manhã, Weber e Zilio concederam entrevistas coletivas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RS).

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Visita à unidade da FaseEntrevista de Weber no TRE/RS

À tarde, os representantes do MP Eleitoral estiveram no prédio 50 da Pontifícia Universidade Católica (PUC) para verificar o andamento da votação paralela, presidida pelo desembargador eleitoral Eduardo Augusto Dias Bainy (foto abaixo, ao lado de Weber). O procedimento, realizado desde 2002, é um mecanismo de auditoria utilizado pela Justiça Eleitoral para comprovar a segurança do voto eletrônico. Também foram ao plantão eleitoral, no Foro Central de Porto Alegre, local para onde eram encaminhados os casos de prisão em flagrante.

No final do dia, Weber, Zilio e Venzon se dirigiram ao TRE/RS para acompanhar a apuração dos votos.

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