Corregedor-geral da JT conhece projeto "Prática do Acolhimento" da Vara do Trabalho de Goiás

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Iniciativa tem o objetivo de acolher, de forma mais humana, as partes e seus advogados que vão participar de audiências judiciais.

Print da sala de audiência telepresencial entre o corregedor-geral da Justiça do Trabalho e os juízes responsáveis pelo projeto “Prática do Acolhimento”15/09/2020 – O Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, Aloysio Corrêa da Veiga, se reuniu, nesta terça-feira (15), por meio de videoconferência, com dois juízes da Vara do Trabalho de Goiás para conhecer o projeto “Prática do Acolhimento”. A iniciativa, dos magistrados Andressa Carvalho e César Silveira, tem o objetivo de acolher, de forma mais humana, as partes e seus advogados que vão participar de audiências judiciais. 

Ao destacar a iniciativa de boa prática, o Ministro destaca que grande parte das pessoas nunca entrou em um tribunal e ficam desconfortáveis ou “acanhadas” com o ambiente formal. “São ações assim que humanizam a Justiça e devem ser multiplicadas em outros TRTs”, enfatizou o ministro Aloysio Corrêa da Veiga ao enaltecer a prática desenvolvida em Goiás. Esta semana, o TRT-18 passa por correição ordinária da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho. A correição está sendo feita de forma totalmente virtual por conta da medidas de prevenção ao novo coronavírus.

Acolhimento

Antes de cada audiência, as partes são recebidas por juízes e servidores do TRT e escutam explicações sobre o funcionamento da Justiça do Trabalho, a importância da conciliação, a origem dos conflitos e a melhor forma de resolução das questões. Para os magistrados idealizadores da iniciativa, essa conversa inicial já alivia as emoções e traz mais tranquilidade quando a audiência efetivamente começar.

A iniciativa já reflete no aumento do número de conciliações realizadas no TRT-18. Ao todo, foram conciliados 81% dos processos que chegaram ao regional no ano passado. Desde o início deste ano, 84% das ações também foram resolvidas por meio da conciliação.

Com informações do TRT da 18ª Região (GO)

(JS/AJ)

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Fonte CSTJ

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